A questão comportamental como diferenciador profissional

Muito se fala sobre a capacitação técnica do indivíduo: qual faculdade frequentou, quantos cursos participou, em qual instituição fez MBA, quantos idiomas fala (hoje falar mandarim é um diferencial, além dos já obrigatórios inglês e espanhol), tecnologia que domina, e outros tantos mais.

Mas, te pergunto:

Tem dado tanta importância à questão comportamental, quanto ao curriculum vitae, na hora da contratação do seu corpo de funcionários?

Já pensou em contratar pessoas carismáticas que gostam de lidar com pessoas, ao invés das somente (possíveis) frias máquinas de conhecimento?

Afinal, o “pão nosso de cada dia” da sua empresa é gerado por CLIENTES, que deve ser tratados de forma desigual, de acordo com sua personalidade e nível de insatisfação. E o “sumo máximo da mesma empresa” é seu corpo de funcionários, também PESSOAS com níveis de exigência diversos e com uma necessidade diária de motivação para sair daquele nível de acomodação que diz: estou aqui só para fazer meu trabalho.

Meu amigo! Se você ainda não sabe, eu te conto: o caminho mais rápido para o sucesso de uma empresa, além dos óbvios controle de custos e perseguição de lucro, é investir em pessoal e contratar gente que goste de gente.

Este caminho foi trilhado com grande sucesso pela Apple, Google, Starbucks, Disney e tantos outros gigantes cujos clientes são encantados diariamente e incrivelmente fiéis e até mesmo evangelizados por estas organizações.

atendimento apple

Atendimento Apple

A Apple, cuja visão de negócio é “Enriquecendo Vidas” contrata pessoas pelo sorriso e não por capacidade técnica. Pois, segundo eles mesmos, a técnica se aprende mas com o carisma se nasce. Ou seja, o candidato ideal da Apple sabe pouco sobre computadores, mas muito sobre pessoas. A Apple contrata pela personalidade, e não importa se esta personalidade está atrelada à piercing no nariz, tatuagem no braço ou cabelo roxo (vai lá… não precisamos exagerar tanto, não é?). E estes são extraordinários!!! E mais: contratar as pessoas certas faz com que os seus gerentes consigam liderá-los, ao invés de controla-los!

Pois é…. e a liderança? Afinal, não basta a contratação certeira e o treinamento adequado se não existe um líder igualmente capacitado a envolver e motivar sua equipe.

 (Ex. treinamento: funcionários demitidos de empregos anteriores e antes tido como “esquentados”, foram contratados pela Starbucks e, ao serem entrevistados após situações de stress absurdas e na qual lidaram como um monge budista afirmaram: “Estou protegido e nada me atingirá, pois meu avental é meu escudo e a provocação não foi pessoal. Ou seja, lidar com calma é meu diferencial. Afinal, a Starbucks não está no negócio de café, ela está no negócio de pessoas e vende sorrisos!”)

Liderança Participativa

Estilo de liderança carismática e participativa

A recente pesquisa feita pela Unicarioca, para o caderno Boa Chance do Globo mostra que, para os funcionários, seus gestores lidam bem com situações de crise, mas têm dificuldades de relacionamentos com a equipe. Perguntados sobre a melhor frase que define seu líder, na pesquisa “O líder e a liderança”, os entrevistados disseram (entre outras):

23%: Ele delega tarefas, acompanhando de perto e cobrando resultados.

21%: Ele é alguém que inspira confiança, obediência espontânea e envolvimento emocional da equipe.

16%: lideram buscando a ordem. Mas tem muita competência e habilidade técnica.

10%: Deixa as coisas acontecerem, sem dar atenção aos conflitos e decisões da equipe.

4%: exerce a liderança via coerção verbal e/ou física.

Que tipo de líder você é?

Que tipo de líder você é?

E qual seria o líder ideal? Alguém com habilidade para lidar com pessoas (41%), que fosse ao mesmo tempo íntegro e ético (34%), com iniciativa (28%), capacidade de direcionar e controlar (25%) e tomar decisões (21%). E o grande problema é que, na maioria das vezes, o foco da liderança está muito mais no desenvolvimento das competências gerenciais do que propriamente nas competências comportamentais, sendo esta uma das principais reclamações e também desafio para as empresas e líderes.

Pois é…. e com todos estes dados eu me pergunto: você, como cliente prefere comprar numa Apple, onde será tratado com todo o carinho e respeito do mundo e com um sorriso genuíno e sem a pressão do lucro exacerbado ou numa empresa que te trata como um número? E você como líder, o que anda fazendo para evangelizar seu colaborador e motivá-lo de forma adequada a se sentir parte integrante desta engrenagem fascinante chamada EMPRESA?

Não se engane, meu amigo! O caminho mais rápido para o sucesso se chama COMPORTAMENTO. E, se não foi este o seu foco até então, está na hora de repensar seus valores e aprender a evangelizar e criar seguidores, não somente clientes e colaboradores.

É isto: encante com um sorriso e evangelize para uma vida!

liderança




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